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Foliões vão receber preservativos
Secretaria Municipal de Saúde aguarda que governo do estado envie camisinhas para o Carnaval; voluntários vão distribuir
Douglas Jorge
 Explicando: Joceli orienta sobre a utilização da preservativo feminino Barra Mansa
Com objetivo de orientar e prevenir doenças sexualmente transmissíveis ou mesmo evitar uma gravidez indesejada, a Secretaria de Saúde realiza todos os anos a distribuição de preservativos durante as festas de carnaval. Porém segundo o psicólogo do programa de DST - Aids, Miguel Angelo Melo Vieira, ainda não é possível saber quantos preservativos serão distribuídos no Carnaval desse ano. De acordo com ele, Barra Mansa se prepara para o Carnaval em parceria com o Governo do Estado e a chegada desse material deverá acontecer na próxima semana.
"Estamos aguardando o material e as informações. Pois junto com o preservativo, distribuímos também material informativo e até o momento não chegou", disse Vieira.
Já a gerente de saúde coletiva, Ana Lúcia Torres Devezas Souza, explicou que a quantidade de material que chega é de acordo com o levantamento de cada município. "A nível central é feito esse levantamento populacional para saber o quanto de preservativo é encaminhado para cada município", disse Ana Lúcia.
A distribuição de preservativos acontece durante todos os dias de carnaval - voluntários distribuem em vários pontos da Avenida Joaquim Leite. Segundo a palestrante do DST-Aids, Joceli de Castro, cerca de 10 voluntários do Grupo Fraternidade e da Cruz Vermelha trabalham na orientação e distribuição dos preservativos nos dias de folia. Outro ponto de referência de distribuição dos preservativos é na ambulância que fica na esquina da Igreja Matriz de São Sebastião com a Avenida Joaquim Leite.
"Ano passado, 10 mil preservativos masculinos foram distribuídos", disse Joceli, ao ressaltar que os preservativos femininos não são distribuídos durante o carnaval. "Para pegar o preservativo feminino, a mulher tem que vir até a Secretaria de Saúde, pois o feminino não é tão comum quanto o masculino. E a mulher precisa ser orientada de como é o uso correto. Por isso ela vem até aqui e a gente orienta", disse a palestrante. |
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