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“Sou apenas uma atriz”.
Deborah Secco, a Sol de “América”, da Globo, parafraseando o personagem vivido por Klaus Maria Brandauer no filme “Mephisto”, de István Szabó – Brandauer fez o papel do ator simpatizante do nazismo Hendrik Höfgen. A atriz jura que não tinha como interferir na própria atuação na novela e que só fazia a voz sussurrante e chorosa por seguir ordens do diretor Jayme Monjardim. O diretor deixou o comando da novela por divergência com a autora, Glória Perez, que queria uma heroína vibrante, alegre e corajosa para sua trama.

“Na vida, se dá bem quem tem boa índole e bom caráter”.
Paulinho Vilhena, o Adonias de “A Lua Me Disse”, da Globo, que parece não seguir a filosofia que prega. Cheio de problemas com a própria imagem, desgastada pelas incontáveis brigas com a imprensa, o ator não teve seu contrato renovado com a Globo. Ao ser chamado para a novela das sete, como uma segunda chance, Paulinho aprontou mais uma. Numa gravação, ao ser chamado para posar para fotos, o destemperado louro xingou os fotógrafos de “filhos da p...”.

“Eu sou estrela. Corro por fora”.
Miguel Falabella, autor de “A Lua Me Disse”, da Globo, sem qualquer sinal de modéstia, ao falar que não se preocupa com a tão cobrada audiência.

“Sempre faço o melhor que eu posso”.
Lucas Babin, o peão Nick de “América”, da Globo, que mesmo se “esforçando” ainda não conseguiu mostrar serviço em cena. Com dificuldade em decorar em português, o ator já está sendo chamado de o “Cigano Igor 2”, numa alusão a Ricardo Machi, que ficou nacionalmente conhecido pelo robótico desempenho como o tal cigano em “Explode Coração”, da mesma Glória Perez.

“Se um dia me vir andando engraçado, vai entender o porquê”.
Sue Johanson, a apresentadora do “Falando de Sexo”, do canal pago GNT, deixando entender que leva alguns acessórios sexuais para experimentar em casa. A serelepe senhora de 70 anos, entre outras coisas, dá dicas de acessórios para apimentar as relações sexuais de seu público.

“Eu arrancava o cabelo da minha babá. Tomava remédio para dormir. Essas coisas justificam muitas coisas que aprontei depois”.
Vera Fischer, que deve entrar em “América”, da Globo, contando parte de sua conturbada infância, na qual era uma criança nervosa que aprontava demais. Adulta, a atriz se envolveu com drogas, bebida e em confusões desastrosas com o ex-marido Felipe Camargo.

“Não sou como o Miguel, que diz que tem 46”.
Jorge Fernando, diretor do “TV Xuxa”, da Globo, alfinetando o amigo Miguel Falabella, que esconderia a verdadeira idade, 48 anos. A ironia partiu de Jorge na ocasião de seu aniversário. O diretor acaba de completar 50 anos.

“Nunca vi um diretor de cinema sentado numa poltrona de teatro. Acho que eles não se interessam”.
Glória Menezes, que fez a baronesa Laura em “Senhora do Destino”, da Globo, bronqueada com os diretores de cinema que, segundo ela, têm preconceito com o povo de tevê e teatro. Em 46 anos de carreira, a atriz só participou de oito filmes e prepara-se para rodar “Se Eu Fosse Você”, de Daniel Filho.

“Nas poucas vezes que desviei meu foco e me deixei encantar pelo sucesso, minha mãe me puxou de volta ao chão”.
Patrícia França, a Rosa de “A Escrava Isaura”, da Record, revelando que já foi seduzida pela fama repentina e prontamente “curada” pela mãe, a cabeleireira Marlene.

“Já fui a outra e também sei que fui traída”.
Cissa Guimarães, a Nina de “América”, que como sua personagem também já se envolveu com um homem casado.

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