DVD
A despedida apoteótica do Bob Fosse

Antena Parabólica

Olho Vivo
Marinete começa a perder a graça

Contramão
O estilo simplesmente rock de fazer música da banda Módulo, de São Paulo

Vídeo
O incrível mundo de ‘Os Incríveis’, desenho que brinca com os super-heróis

Guia de Leitura
O retorno apoteótico da prima do Clark

Os dez mais vendidos - LIVROS

Panorâmica - DVD

Panorâmica - VÍDEO

Circuito
Uma história sobre os sonhos em teatro infantil no Gacemss

Vem dançar comigo...

Programação
Horóscopo
Coluna Social

Visite o Diário em
tempo real
para ler
as últimas notícias

DVD
A despedida apoteótica do Bob Fosse

‘All That Jazz’ ainda é um dos melhores musicais de todos
os tempos; um espetáculo envolvente de som e imagens
Divulgação
Diário OnLine
Estilo: Um filme sobre dança, música e morte,
onde o herói se despede da vida e morre na última seqüência
Jorge Luiz Calife

Em português, “O Show Deve Continuar”, o magnífico “All That Jazz” é um filme sobre dança, música e morte, onde o herói se despede da vida e morre na última seqüência. Mas não é um filme triste ou melancólico. Bob Fosse, o diretor, dançarino, coreógrafo e roteirista, sabia que estava vivendo seus últimos dias mas não queria choro nem vela. Ele queria um “bota fora” com muita música, balé e alegria. Daí que transformou o personagem principal, John Gideon, no seu alter ego, literalmente abrindo seu coração para a platéia (não se assustem, mas “All That Jazz” é o único filme musical da história da sétima arte a mostrar uma cirurgia de coração aberto).
Roy Scheider tinha ficado famoso caçando tubarões na série iniciada pelo Steven Spielberg em 1975, mas neste filme de 1979 ele encontrou o papel de sua vida. John Gideon é um diretor e coreógrafo viciado em mulheres, bebida e drogas. Tentando viver dez vidas em uma, ele já teve um enfarto e está com uma cirurgia marcada para desentupir as artérias do coração. Mas não pode parar para tomar fôlego.
Enquanto termina de editar um filme que fez sobre a vida de um comediante, ele ensaia um novo musical no circuito da Broadway estrelado por sua ex-mulher, tenta ser um bom pai para a filha de 12 anos, Michelle (Erzebet Feldi), que quer ser bailarina que nem a mamãe, e ainda arranja tempo para namorar duas dançarinas, a espetacular Kate (Ann Reinking) e a iniciante Victoria (Deborah Gaffner).
A ficção aqui se confunde o tempo todo com a realidade. Ann Reiking era realmente namorada do diretor na vida real e quando ele morreu ela tornou-se diretora de musicais e coreógrafa, fazendo tudo para manter vivo o estilo de Fosse. Mas a história, real ou imaginária, é o que menos importa aqui. Da abertura, ao som da batida envolvente da canção “On Broadway” cantada por George Benson (que levou o Oscar), à coreografia final, temos um espetáculo envolvente de som e imagens que tornou-se uma aquisição indispensável para a discoteca de qualquer pessoa que goste do bom cinema e da boa música. Relaxe e aproveite. O show tem que continuar...

Os dez mais locados

1 - Os Incríveis
2 - Sob o Domínio do Mal
3 - Resident Evil 2
4 - Olga
5 - O Exorcista - O Início
6 - Santos ou Soldados
7 - Chamas da Vingança
8 - Má Educação
9 - Celular
10 - Luthero

Fonte: Planeta Vídeo

Alto


© Empresa Jornalística Diário do Vale Ltda. Todos os direitos reservados