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O livro da diretora do ‘Faustão’

Lucimara Parisi tenta a literatura em ‘Uma Mulher Que
Faz’; nas livrarias também, a nova obra de Giannotti
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No mercado: ‘Uma Mulher Que Faz’ é da Editora
Siciliano e tem 224 páginas
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Diferente: ‘O Jogo do Belo e do Feio’ não é
um livro de generalidades diletantes
Da tevê para a literatura. Diretora do “Domingão do Faustão” em São Paulo e uma das criadoras do histórico “Perdidos na Noite”, Lucimara Parisi conta sua trajetória pessoal e profissional nessa autobiografia (“Uma Mulher Que Faz”): do curso de datilografia ao trabalho como figurante na TV Paulista, de dubladora na TV Tupi a produtora de esportes na Rádio Nacional, Lucimara construiu uma carreira fundamentada na garra e no respeito aos colegas de profissão, conquistando um lugar de destaque na história da televisão brasileira e uma enorme família de verdadeiros amigos.
A autora mescla histórias saborosas, dessas que todo mundo pára para escutar em uma roda, com valiosos conselhos, tanto no plano profissional como no espiritual. Além disso, dá sua contribuição à bibliografia sobre comunicação brasileira, narrando o funcionamento e os bastidores de programas como “Perdidos na Noite”, “Domingão do Faustão” e “Você Decide”. O lançamento é da Editora Siciliano e tem 224 páginas.

INESPERADO - Outra dica é “O Jogo do Belo e do Feio”. Um livro tão inesperado quanto bem-vindo na obra do filósofo José Arthur Giannotti. Depois de se debruçar longamente sobre a herança rica e problemática do pensamento marxista em três livros fundamentais, depois de mais um volume inteiro dedicado ao diálogo com o pensamento de Ludwig Wittgenstein, o autor avança para um terreno que o apaixona desde sempre, mas sobre o qual jamais escrevera a fundo: a pintura e, por extensão, as belas-artes.
Paixão é a palavra certa, pois “O Jogo do Belo e do Feio” não é um livro de generalidades diletantes, cheio de confissões e opiniões. Muito ao contrário. Com o rigor costumeiro, Giannotti revisita as grandes questões da estética filosófica desde Kant - como o livre jogo das faculdades, o belo e o sublime, a autonomia e a morte da arte -, reformulando-as a partir das noções de jogo de linguagem e linguagem não-verbal, ambas tomadas ao mesmo Wittgenstein. O lançamento é da Editora Companhia das Letras e tem 200 páginas.

Os dez mais vendidos

1 - Fortaleza Digital. De Dan Brown. Editora Sextante.
2 - Assassinatos na Academia Brasileira de Letras. De Jô Soares. Editora Companhia das Letras.
3 - O Zahir. De Paulo Coelho. Editora Rocco.
4 - Anjos e Demônios. De Dan Brown. Editora Sextante.
5 - Para Não Dizer Adeus. De Lya Luft. Editora Record.
6 - O Código Da Vinci. De Dan Brown. Editora Sextante.
7 - Cabeça de Porco. De MV Bill. Editora Objetiva.
8 - Don Giovanni. De José Saramago. Editora Companhia das Letras.
9 - Minhas Histórias dos Outros. De Zuenir Ventura. Editora Planeta.
10 - Querida Mamãe, Obrigado Por Tudo. De Bradley Trevor. Editora Sextante.

Fonte: Livraria Veredas

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