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Mais um filme alternativo pode
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Atriz principal de ‘Maria Cheia de Graça’ foi indicada ao Oscar deste ano

Divulgação
Diário OnLine
Polêmica: Maria (Catalina Sandino Moreno), de
17 anos, aceita transportar heroína em seu próprio estômago
Cláudio Alcântara

O Gacemss (Grêmio Artístico e Cultural Edmundo de Macedo Soares e Silva), em Volta Redonda, exibe pela segunda semana consecutiva um filme alternativo. Depois de “O Lenhador” (quem viu garante que é ótimo), é a vez de “Maria Cheia de Graça”, drama que marca estréia do diretor Joshua Marston e da atriz Catalina Sandino Moreno no cinema. Marston também assina o roteiro e Catalina foi indicada ao Oscar de melhor atriz deste ano. A produção foi indicada como representante da Colômbia para a disputa do Oscar de melhor filme estrangeiro, mas sua inscrição não foi aceita pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Coisas de Hollywood!
Aos 17 anos de idade, Maria (Catalina Sandino Moreno) vive numa pequena localidade ao norte de Bogotá, na Colômbia. Ela e sua amiga Blanca (Yenny Paola Vega) trabalham em uma grande plantação de rosas, retirando espinhos e amarrando as flores, tarefa entediante que obedece a regras rígidas. As únicas diversões de Maria são o namoro com Juan (Wilson Guerrero) e as festas na praça do lugarejo. Pouco depois de descobrir que está grávida, ela se envolve numa discussão e é demitida. Decidida a melhorar de vida e tentar a sorte na cidade grande, a jovem aceita a oferta de um conhecido: transportar heroína para Nova York em seu próprio estômago.
Um filme polêmico.

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