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Público é pego de surpresa com a greve dos defensores
Felipe Vieira
 Defensoria: Núcleo do 1º Atendimento também não funcionou Volta Redonda
Algumas pessoas foram surpreendidas ontem com a greve da Defensoria Pública, deflagrada na última sexta-feira em todo o Estado do Rio. Foi o caso da dona de casa Rita Pereira de Oliveira, de 50 anos, que afirmou não ter tomado conhecimento da paralisação. Os nove defensores, funcionários e estagiários que atuam na Defensoria “cruzaram os braços”. O mesmo ocorreu no Núcleo de 1º Atendimento, na Avenida Paulo Frontin, no Aterrado.
Eles acataram a decisão do Sindicato dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, de não atender nem mesmo casos de urgência como, por exemplo, ações de alimentos, remédios, e soltura de presos. A categoria reivindica equiparação salarial com os promotores públicos. Durante a greve não serão realizadas as audiências de pessoas assistidas por defensores. As audiências serão remarcadas, assim como os atendimentos ao público nos gabinetes da Defensoria Pública. Réus que sejam assistidos por defensores também não serão julgados no Tribunal do Júri, no Fórum do Aterrado.
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