Contramão Banda Martiataka (de Juiz de Fora), com um pé no rock e o outro também
Divulgação
 A banda: Destaque pela intensidade de sua performance ao vivo e pelo poder de seus riffs e refrões Uma banda com um pé no rock e o outro também. Uma mistura do blues com o punk rock, do rock brazuca dos anos 80 com o hard rock americano dos anos 70. Led Zeppelin, Hanói-Hanói, Jimi Hendrix, Barão Vermelho, AC/DC, Replicantes, Queen, Ramones, Rolling Stones, Kiss e Camisa de Vênus. Isso é Martiataka. No palco, despejam seu rock sobre as cabeças do público incendiando a casa. W. Del Guiducci (voz), Fabricio Barreto (guitarras e gaita), Diogo Britto (guitarras), Thiago “Jim” Salomão (baixo) e Douglas Gomes (bateria).
Os cinco entregam-se a composições que versam sobre a boemia moderna, relacionamentos destruídos, construídos, paz e amor. Causos cantados sobre riffs roqueiros, solos setentistas e oitentões e baixo tropeiro, com melodias pop e vocais zangados. Quatro das canções que o Martiataka executa em seus shows foram registradas em CD, gravado em Juiz de Fora, em setembro de 2003, um ano após a gravação de “Demo Quatro Sem Sair de Cima”, CD de estréia do grupo juizforano.
“Demo + Três (Só Que Agora Muito Mais Bem Dada)” é uma pequena amostra do que é o grupo. O rock chapado em seu estilo mais característico aparece de cara, com um riff blacksabbático abrindo o CD. Em seguida, Fabricio apresenta sua veia blues em “Todo Amor Perdido”. A faixa seguinte, “Música Nova”, mostra a vocação pop afogada em lirismo cotidiano e guitarras. “Mundo Bar”, que fecha o disco, é um caso à parte. Gravada originalmente na “Demo Quatro Sem Sair de Cima” - junto com três outras faixas registradas ao vivo em estúdio -, a música virou uma espécie de hino da madrugada juizforana nos shows da banda, fazendo rolar corinho na platéia com refrão grudento, distorção no zero e simplicidade roqueira.
Resumindo: a banda se destaca mesmo pela intensidade de sua performance ao vivo e pelo poder de seus riffs e refrões. O sucesso das apresentações não tardou em se cristalizar no primeiro CD oficial da banda, “Rock Roll Combustível”, que começou a ser gravado em 2004, para ser lançado este mês. O primeiro “single” do disco é “Asas”.
Aprendendo a morrer
(Guiducci)
Você já se sentiu como eu
A verdade dos outros é um rio selvagem
E você tá sozinho na multidão
Você é o único parado na margem
Deve ter um jeito de me encaixar
E eu pensei ter conseguido enfim
Mas há um rosto triste no espelho
Eu sou meu próprio monstro sangrando em mim
Na noite eu sou a chuva
E só nas minhas gotas de fogo posso viver
Na noite eu sou a chuva
E eu passo a vida aprendendo a morrer
Não há ninguém esperando por mim
E eu não trago nada de volta pra casa
E todos pedem pra eu me explicar
Quando o que eu preciso é rasgar a página
O que eu vejo não é o que você enxerga
Então não tente me explicar oh não
Eu sei que a minha visão da vida
É uma chave quebrada pra cela da solidão
Não há palavra que não diga nada
Não há palavra que não cause reação
E eu vou continuar esperando
Por alguém que possa me arrancar dessa prisão
Serviço
• Martiataka - Banda de Juiz de Fora. Formação: W. Del Guiducci (voz), Fabricio Barreto (guitarras e gaita), Diogo Britto (guitarras), Thiago “Jim” Salomão (baixo) e Douglas Gomes (bateria). Contatos: (32) 3211-1582 e (32) 9117-0020. Ou:
www.martiataka.com
www.martiataka.blig.com.br
www.fotolog.net/martiataka
martiataka@martiataka.com
• Colaborou com a “Contramão”: Márcia Brasil. “Programa Contramão”, Piraí FM, e “Web Rádio Mundo Rock”. Para ouvir o programa na Internet: www.radiomundorock.com.br
Para enviar material: contramao@xasamail.com
Contatos: contramao@mundorock.net
blog http://progrockcontramao.zip.net
As bandas interessadas em participar da “Contramão” devem enviar material para: lazer@diariodovale.com.br
claudioalcantara@pop.com.br
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