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Allen discute dualidade do drama
humano em ‘Melinda e Melinda’


Radha Mitchell não precisou fazer qualquer teste para conseguir o papel

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A conferir: Goste ou não de Woody Allen, seus
filmes são sempre obrigatórios
Cláudio Alcântara

Woody Allen é uma figuraça. Seus filmes têm uma legião de fãs e outros tantos detratores. Pois bem, ele está de volta. Desta vez, com “Melinda e Melinda” (que estreou sexta-feira, em Volta Redonda), elogiadíssimo pela crítica especializada. Parece que o diretor cansou de se repetir, e voltou com a corda toda.
A estrela do filme é Radha Mitchell, que não precisou fazer qualquer teste para conseguir o papel de Melinda. Diz a lenda que Allen gostou tanto do trabalho da atriz em “Ten Tiny Love Stories” (2001) que decidiu que ela seria a protagonista de seu novo filme. Outra maluquice do diretor: durante as filmagens Radha era a única integrante do elenco a ter todo o roteiro em mãos.
Quatro sofisticados nova-iorquinos se encontram para jantar em uma noite chuvosa. Uma história contada durante o jantar dá início a uma conversa entre Max (Larry Pine) e Sy (Wallace Shaw), dois escritores, que passam a discutir a dualidade do drama humano. Os dois escritores passam então a desenvolver duas histórias, uma cômica e outra trágica, protagonizadas por uma mulher chamada Melinda (a bela Radha Mitchell).
Goste ou não de Woody Allen, seus filmes são sempre obrigatórios.

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