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A mais nova revelação do rock gaúcho, Abriu-18, tem vigor e atitude sonora

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Contramão
A mais nova revelação do rock gaúcho,
Abriu-18, tem vigor e atitude sonora


Divulgação
Diário OnLine
Na luta: Formada em 2004, banda busca um lugar
ao sol no cenário ‘mainstream’
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“Patrão da Terra”, o primeiro álbum da Abriu-18, a mais nova revelação do rock gaúcho, tem vigor e atitude sonora. Celo Guedes (vocais), Alvinho (guitarra e “backing”), André Zurita (guitarra e “backing”), Arturo Zurita (batera) e Xico Picadinho (baixo) buscam um lugar ao sol no cenário “mainstream”. Formada em 2004, a banda é influenciada por nomes como Papa Roach, Foo Fighters e Nickelback. O que não falta é vitalidade. Os temas são sobre os encontros e desencontros do cotidiano. Gravado em Porto Alegre, os destaques do disco são as faixas “Pra Valer”, “A Recompensa”, “Vou Entender” e a faixa-título “Patrão da Terra”.
O nome Abriu-18 remete a uma brincadeira de colégio, cuja essência, segundo os integrantes da banda, exprime os conflitos, sentimentos e as regras da natureza humana. Assim é o jogo: reúne-se o maior número de meninos possível (e às vezes meninas também), uma bola e uma quadra fechada. Não há saídas, nem como escapar. Quem está com a bola grita: “Abriu dezoitooooooo!” A contagem está aberta e a selvageria toma conta do lugar.
Na medida em que os jogadores chutam a bola, e ela acerta os demais competidores, tem-se a contagem de zero a 18. É uma correria... uma gritaria... e a adrenalina anuncia que a qualquer momento você pode ser atingido. Mas a tensão chega ao ápice quando o número 18 se aproxima. Aquele que leva a décima oitava bolada vai pro paredão e recebe a temerosa missão de ficar parado na linha do gol, enquanto os demais participantes se colocam, um de cada vez, diante do “escolhido” e chutam a bola contra o alvo, projetando toda a sua fúria, angústia e, da sua forma, diversão.
Os integrantes da banda dizem que isso tudo leva a crer que a vida é um verdadeiro Abriu-18: “Onde a crueldade, o individualismo e a desordem imperam, e a existência de pessoas querendo te derrubar e te mandar pro paredão torna-se um desejo constante e uma necessidade permanente”.

Pra Valer


(Abriu-18)

Não posso nem lembrar
Quando te vi pela primeira vez
O vento fez levar
E era tão linda aquela timidez

Meu tipo ideal, não sei
Nem sei se é certo esperar por alguém
Aos poucos fui percebendo
Que no teu fogo eu quero derreter

Só... Só quero você...
Vem... Vem me enlouquecer...

Se o sol iluminar...
Eu vou pegar o meu caminho e seguir
O tempo vai mostrar...
Que cada movimento teve o seu valor

Acreditei pra não sofrer
Em tudo aquilo que quis aprender
A fantasia que tá no coração
E a alegria que não tem tradução

Eu... Vou cantar...
Aquela canção que eu escrevi pra você
Vou... Te mostrar...
Que aquilo que eu te falei é mesmo pra valer

Márcia Brasil indica... (parte 1)



The Jefferson Airplane Surrealistic Pillow - O assunto é tão interessante que teremos de dividi-lo em quatro partes. Nos dourados anos 60, quando o ácido ainda não era empastelado de anfetamina e o desbunde não era apenas pose, a música então desenvolvida era um anteparo imprescindível para o advento do “flower power” e uma de suas principais formas de expressão. Foi neste contexto que, em 65, surgiu na explosão do rock californiano, um dos grupos que mais caracterizou o San Francisco sound: The Jefferson Airplane, formado por Marty Balin, Signe Anderson (vocais), Paul Kantner, Jorma Kaukonen (guitarras e vocais), Bob Harvey (baixo) e Skip Spence (bateria).
Com duas outras bandas locais - The Charlatans e The Warlocks (que depois se transformaria no Grateful Dead) -, o Airplane foi um dos criadores do acid rock, cujos primeiros lampejos encontravam-se logo no álbum de estréia: “Jefferson Airplane Takes Off” (66), já com o baixista Jack Casady no lugar de Bob Harvey. Depois do disco, as deserções do baterista Skip Spence (que saiu para formar o Moby Grape) e da cantora Signe Anderson (que se afastou por causa da gravidez) foram oportunos pretextos para o grupo atingir sua “line up” ideal, com a entrada de Spencer Dryden e, especialmente, de Grace Slick, que era vocalista do Great Society. (Continua no domingo que vem).

Serviço

Abriu-18 - Banda gaúcha. Formação: Celo Guedes (vocais), Alvinho (guitarra e “backing”), André Zurita (guitarra e “backing”), Arturo Zurita (batera) e Xico Picadinho (baixo). Contatos: (51) 3248-3609 e (51) 9212-0583. Ou:
www.abriu18.com
contato@abriu18.com

Colaborou com a “Contramão”: Márcia Brasil. “Programa Contramão”, Piraí FM, e “Web Rádio Mundo Rock”. Para ouvir o programa na Internet: www.radiomundorock.com.br
Para enviar material: contramao@xasamail.com
Contatos: programacontramao@mundorock.net
Blog: http://progrockcontramao.zip.net

As bandas interessadas em participar da “Contramão” devem enviar material para:
lazer@diariodovale.com.br
claudioalcantara@pop.com.br

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