Contramão Dirty Woman, de V.Redonda, finaliza seu primeiro CD no melhor estilo hard rock
Divulgação
 Na estrada: Dirty Woman já tocou em Volta Redonda, Pinheiral, Resende, Penedo, Niterói, Rio de Janeiro e Teresópolis O estilo é hard rock. Dirty Woman, o nome da banda de Volta Redonda. Com alguns shows na bagagem e mais experiência, chegou a hora de registrar o seu primeiro CD. Selecionando músicas do seu repertório, o grupo decidiu gravar 12 composições próprias. O trabalho está em estágio final, com lançamento previsto para o final deste ano. Adriano Oliveira (vocais), Emerson Mello e Glaydson Moreira (guitarras), William (baixo) e Fabrício Groetaers (batera) esperam com isso obter definitivamente o reconhecimento no cenário do rock.
A Dirty Woman começou suas atividades em 1995, com os remanescentes da extinta (na ocasião) banda Firelips. O nome da banda surgiu após um dos integrantes assistir a um show da banda paulistana Dr.Sin, no Circo Voador. “Dirty Woman” era o nome de uma das músicas do trio paulistano.
Em 96 a banda entrou em estúdio para registrar o seu primeiro trabalho, a demo tape “Strike a blow!”, tendo como vocalista convidado Ranieri (atualmente vocalista da banda Gori). Em 98, já com um vocalista fixo em sua formação, a banda registrou a demo tape “Red Moon”, um trabalho mais maduro e coeso que teve excelente repercussão em revistas especializadas nacionais e em alguns fanzines internacionais, como “Strutter Magazine” (Holanda) e “Take it” (Alemanha).
Por causa da boa repercussão do trabalho, foram convidados a gravar um clipe no programa “Rio Sul Revista”, da TV Rio Sul. A música escolhida foi “Lords of Fire”. Outro fato positivo foi a inclusão da música “Never Bury Your Dreams” na programação da Rádio Cidadania FM. Nesse período a banda se apresentou em cidades como Volta Redonda, Pinheiral, Resende, Penedo, Niterói, Rio de Janeiro e Teresópolis.
Márcia Brasil indica... (parte 3)
• The Jefferson Airplane Surrealistic Pillow - Entre as 11 canções que compunham o “travesseiro surrealista” revelavam-se obras-primas do Frisco Sound, como o hino ao amor livre “Somebody To Love”, e a ode lisérgica “White Rabbit” (“Um comprimido te faz crescer/ um comprimido te faz encolher/ aqueles que sua mãe te dá/ não fazem efeito nenhum”), ambas trazidas por Slick do repertório do Great Society.
Não menos essenciais são a hipnótica balada de amor “Today” (apaixonadamente cantada por Balin) e a ultra-inventiva “Plastic Fantastic Lover” - com vocais no melhor estilo rap (!) e ambientada em high lisergia. Mas havia muito mais: as belas passagens folk-psicodélicas detectadas em “My Best Friend”, “D.C.B.A.-25” e “How Do You Feel”, as pinceladas rockers que embalavam “She Has Funny Cars” e “3/5 Of A Mile In 10 Seconds”, a envolvente balada “Comin’ Back To Me” e o instrumental intimista de “Embryonic Journey”.
Tudo isso fez de “Surrealistic Pillow” o álbum que definiu as diretrizes sonoras do grupo, numa trajetória única e impecável que se estenderia até 72.
(Termina na semana que vem)
Serviço
• Dirty Woman - Banda de Volta Redonda. Formação: Adriano Oliveira (vocais), Emerson Mello e Glaydson Moreira (guitarras), William (baixo) e Fabrício Groetaers (batera). Contatos: (24) 9943-8373 e (24) 9216-4126. Ou:
emersonmluiz@yahoo.com.br
• Colaborou com a “Contramão”: Márcia Brasil. “Programa Contramão”, Piraí FM, e “Web Rádio Mundo Rock”. Para ouvir o programa na Internet: www.radiomundorock.com.br
Para enviar material: contramao@xasamail.com
Contatos: programacontramao@mundorock.net
Blog: http://progrockcontramao.zip.net
• As bandas interessadas em participar da “Contramão” devem enviar material para:
lazer@diariodovale.com.br
claudioalcantara@pop.com.br |