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Reencontro
A Globo lançou esta semana a novela “Sinhá Moça”, que estréia no próximo dia 13, no horário das seis, em clima de total “revival”. A trama abolicionista já havia sido exibida há 20 anos, e agora vai ao ar com novo elenco. Mas alguns dos atores que participaram da primeira versão estão de volta no “remake”. Caso de Patrícia Pilar, que em 86 foi a enigmática Ana do Véu. “É sempre uma delícia reencontrar o Benedito. Ele é um autor fabuloso e sempre a certeza de boas histórias”, derrama-se a atriz, em seu quinto trabalho com o autor.

Sétima arte
Vanessa Giácomo está com tudo e não está prosa. Além de interpretar a abolicionista Juliana na próxima novela das seis da Globo, “Sinhá Moça”, a atriz está cheia de projetos no cinema. No meio do ano, ela aparece no filme “Os Desvalidos”, de Francisco Ramalho, uma adaptação para as telas da obra literária de Francisco Dantas, em que vive Maria e contracena com Marco Ricca. Já em “Os Doze Trabalhos”, do diretor Ricardo Elias, sem lançamento previsto, ela faz uma participação especial.

Comadres
Samara Felippo e Maristela Kubitschek andam trocando e-mails e telefonemas. Não é a toa. A mocinha interpreta em “JK” a filha do presidente. Desde Brasília, quando ocorreu o lançamento da minissérie, as duas “tricotam”. “Eu conheci algumas amigas dela, que me deram toques e me ajudaram na composição. É uma responsabilidade enorme viver uma pessoa que existe”, observa a atriz. Pelo visto, Samara pode ficar tranqüila. Maristela já disse a ela que a personagem é muito melhor que a original.

Ocupado
Assim que acabar de gravar “Bang Bang”, Ney Latorraca não pensa em descansar. Muito pelo contrário. O ator vai ter agenda cheia com o lançamento do longa “Irma Vap - o Retorno”, de Carla Camuratti, do qual também é produtor. Depois da badalação em torno do filme, Ney sobe aos palcos. Ele está pesquisando textos épicos para montar um mega espetáculo.

Luxo só
Ellen Jabour e Juliana Didoni foram apresentadas esta semana como as garotas-propaganda do Espaço Nova Schin. A cervejaria montou um camarote na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, e promete mimar seus 500 convidados. Para os solteiros, a organização providenciou uma jóia, o “singlering”, ou anel para solteiros, que é a última moda entre os “avulsos” americanos. Para as mulheres, a Lancôme, marca internacional de cosméticos, preparou um kit especial com cremes e perfumes.

Maldade morena
Karina Bacchi vai surpreender o público com sua nova personagem. A atriz está morena e com as madeixas lisas para interpretar a vilã Bruna Montovani, uma advogada sem qualquer escrúpulo. Quem viu a atriz, jura que ela está a cara da VJ Daniella Cicarelli.

Novos contatos
Para interpretar a personagem título da nova novela das seis, “Sinhá Moça”, Débora Falabella precisou fazer alguns retoques nada básicos no visual. A nova aquisição da atriz é um longo aplique nos cabelos, que segundo ela , demorou quase três horas para ser colocado. Acostumada ao visual moderninho - com cabelos curtos - desde os 14 anos, Débora ainda não se acostumou ao novo “acessório”. “Apesar de adorar a transformação, o cabelão não combina com minhas roupas. Devido ao calor, quase não o uso solto”, explicou.

Vinte anos de traição
O ator Marcos Caruso, intérprete do arquiteto Lúcio Costa, na minissérie “JK”, da Globo, está em fase de comemorações. O nobre motivo são os 20 anos ininterruptos da peça “Trair e Coçar É Só Começar”, escrita por ele, que inicia uma temporada popular no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo. A produção estreou no Rio de Janeiro, em 1986, e desde então, nunca saiu de cartaz, sendo assistida por quase cinco milhões de espectadores em todo o Brasil. Uma curiosidade é que a peça entrou para o Livro dos Recordes, em 1994, como a mais longa temporada da história do Teatro Brasileiro.

Dedicação total
Reservado para viver o protagonista Rodolfo, em “Sinhá Moça”, nova novela das seis, desde o fim de “Cabocla”, em 2004, Danton Mello se preparou com afinco para o papel. A dedicação foi tamanha que o ator optou em deixar o elenco do musical “Camila Baker”, em cartaz no Rio de Janeiro, no qual interpretava vários papéis femininos. No “remake” de Benedito Ruy Barbosa, Danton vive um abolicionista apaixonado pela protagonista da trama. “Abdiquei de tudo. Mas estou muito confiante no sucesso da novela e vou me esforçar muito para fazer um bom trabalho”, desmancha-se.

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