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O Que Vem Por Aí Mentiras por amor
Em “Sinhá Moça”, que estréia esta semana, abolicionista se finge de escravagista para conquistar mocinha Divulgação

Rodolfo, o mauricinho de época de “Sinhá Moça” já começa a colocar as manguinhas de fora para conquistar a geniosa sinhazinha. Depois de encontrar com a aparentemente frágil moçoila num desbotado vagão de trem, o advogado com cara de fraldinha se apaixona à primeira vista. Para impressionar a serelepe mocinha, chega todo posudo na casa de seu pai, o temido Barão de Araruna, que se orgulha de ser escravocrata. Mas como o mauriçola é abolicionista de carteirinha e não gosta de ver os escravos cantarolando que vida de negro é difícil, finge que é a favor da escravidão porque os olhos já estão compridos em cima da sinhazinha.
O problema é que justamente a arretada mocinha é a maior defensora do núcleo negro da trama e adoraria ver seus amigos da senzala livres como canários fora da gaiola. Ou seja, a princípio, o tiro de Rodolfo sai pela culatra e Sinhazinha sai correndo e chega a se apavorar ao pensar em se envolver com alguém que tenha os mesmos sórdidos ideais de seu pai. Já o Barão começa a pensar no determinado advogado como seu futuro genro.
Enquanto isso, Rodolfo acredita ter visto um fantasma. Durante o tempo em que esteve fora da cidade de Araruna, seu noivado é arranjado com a misteriosa Ana do Véu. Caso o casamento não aconteça, a fantasminha vai virar freira, pois fez uma promessa para Santa Rita. Mais enrolado que novelo de lã de gato persa, Rodolfo confessa que está realmente apaixonado pela formosa sinhazinha, mas chega a visitar Ana fantasminha. Porém, quando pede que a moça tire o véu para poder ver seu rosto, ela nega e continua com aquela pinta de muçulmana mal assombrada.
“JK”: Reviravoltas do poder
A vida do presidente bossa nova está mais movimentada que estrada em feriadão. Esta semana, em “JK”, seu romance com a bela Marisa por fim é descoberto. Depois do casal ficar dando pinta dançando nas festas do governo, Sampaio acaba descobrindo que Marisa e Juscelino têm um caso e manda uma carta para Sarah contando tudo. Nesse meio tempo, Juscelino acaba tendo problemas de saúde e precisa ficar de repouso. Na verdade, ele começa também a ter pressentimentos sobre sua morte e sente um mau presságio ao ver um pássaro preto.
Pouco antes disso, JK vê seu maior sonho ser realizado: a inauguração de Brasília. Logo depois, quando acaba passando a faixa presidencial para o seu sucessor, Jânio Quadros, Juscelino vê Jânio falando barbaridades de seu governo, o que o deixa furioso. Mas como castigo vem a cavalo, Jânio renuncia e é instituído o parlamentarismo no Brasil e, em seguida, Jango passa a ter poucos poderes como presidente.
“Belíssima”: O que os olhos vêem
Pascoal é apaixonadíssimo por Vitória desde a juventude. Ele quase morreu quando a pobrezinha foi esfaqueda na cadeia. Ele faz tudo por ela. Mas não adianta, Pascola é um cafajeste incorrigível. Pelo menos é o que o mecânico mostra essa semana em “Belíssima”. Cada vez mais revoltado por perceber que Safira vai mesmo casar com Fred caso ele fique de vez com a “pequenininha”, o engraxado começa a perder a razão e arriscar-se em aventuras apimentadas com a casadoira. Para piorar a situação, a ingênua Vitória a convida para trabalhar em seu futuro restaurante já que, de Grécia, Safira entende. Mas, nem tão ingênua assim. Depois de perceber, numa boate, os intensos olhares entre o noivo e a “grandona”, Vitória fica com a pulga atrás da orelha. E suas suspeitas só se confirmam quando ela encontra uma meia de mulher - mais precisamente, da Safira - na cama de Pascoal. Aí, é que nem batom na cueca. Não dá para explicar.
“Floribella”: A sogra
Ninguém duvida que o Conde Máximo sempre teve ares de menino mimado. Mas esta semana em “Floribella”, as suspeitas se confirmam. É que Ana, a mãe do bonitão, vai aparecer na mansão dos Fritzenwalden, para desespero de Flor. Tudo porque a “mama” acredita que o rebento já elegeu sua futura esposa, e vai sobrar para a lourinha do tênis colorido se “disfarçar” de amada do Conde. Não que, no fundo, ela não goste de ter de beijá-lo à força só para impressionar a “sogra”. Mas, turrona como só ela, Flor não dá o braço a torcer e por várias vezes não cede às intensas investidas do bonitão. Só que mal sabe ela que Delfina está correndo por fora para assumir o posto de nova Rainha de Krikoragán. Como já fez uma investigação na vida de Ana, Delfina sabe de alguns “podres” de seu passado. Por exemplo, que ela já trabalhou num cabaré. Assim tudo fica mais fácil. Mas Ana parece ter aprovado a decisão do filho e chega a dizer para Flor que a acha muito boa para estar com ele. Vai entender... Se até a mãe diz isso da prole, é porque boa peça o tal Conde não deve ser.
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