Dia da Acessibilidade
Entidades promovem ações de conscientização no Centro

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Dia da Acessibilidade
Entidades promovem ações de
conscientização no Centro


Paulo Dimas
Diário OnLine
Diferente: Visitantes experimentaram andar de
cadeira de rodas no Dia da Acessibilidade

Barra Mansa

Comemorada em todo país, a Semana Nacional do Excepcional, que em Barra Mansa foi nomeada como “Semana da Conscientização Pela Causa da Pessoa com Deficiência”, foi celebrada com ações de conscientização realizadas por entidades pelas quais esse público é assistido. Classificado como o “Dia da Acessibilidade”, as atividades promovidas ontem pela manhã e a tarde na Praça da Liberdade, no Centro, tiveram como uma de suas finalidades, expor a necessidade de políticas públicas que facilitem o acesso dos deficiente não só a melhores qualidades de vida, como também em sistema de inclusão na sociedade.
De acordo com representantes das entidades, isso não significa apenas a construção de espaços mobiliários e a instalação de equipamentos urbanos, mas sim a implantação de um atendimento educacional especializado, e que permita a igualdade de oportunidades entre os portadores. Estão envolvidas nas ações entidades como a Apae (Associação de Pais e Amigos do Excepcional), Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa Portadora de Necessidades Especiais, o Capsi (Centro de Atenção Psicossocial) e o Ceat (Centro de Atendimento aos Portadores de Necessidades Especiais).
Além da Secretaria de Promoção Social, APAD (Associação de Pais e Amigo do Deficiente) e a Pastoral de Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais. De acordo com a diretora da Apae, Cecília Maria Lúcio Pacheco, a mobilização ofereceu oportunidade das entidades divulgarem seus serviços e atrairem os deficientes que ainda não é assistido por alguma delas, assim como informar aos portadores sobre seus direitos. “Nosso município tem entidades que podem atender portadores com qualquer deficiência”, disse a diretora da Apae
EXPERIÊNCIAS - Durante o tempo que permaneceram na Praça da Liberdade, as entidades expuseram os artigos e trabalhos desenvolvidos em oficinas, por seus assistidos, e também promoveram algumas ações que atraíram a curiosidade de quem passava pelo local. Como, por exemplo, a experiência de andar em cadeiras de rodas, ter acesso a máquinas de escrever em braile e caminhar pela praça com os olhos vendados.
- Essa foi uma oportunidade das pessoas vivenciarem como é o dia-a-dia de um portador de deficiência. Quem participou da experiência reagiu de maneira agradável, e isso pode ajudar a quebrar barreiras de preconceito contra esse público - disse a orientadora Educacional do Ceat, Eliana Marques.
CURIOSIDADE - Aluna da 6ª série do Ensino Fundamental, Lívia Nogueira, de 12 anos, teve o interesse de passar pela experiência de andar em uma cadeira de rodas. “É interessante porque dá para conhecer um outro lado da vida. Mostra as dificuldades e todo o preconceito que a pessoas deficientes passam”, disse a aluna, que também encarou a experiência de um portador de deficiência visual, ao andar com os olhos vendados e com uma amuleta.

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